Oi pessoal!
Criei uma página no facebook, onde trago novidades, curiosidades e discussões sobre alguns temas.
Entre esses temas falo sempre de transexualidade!
Então, caso queiram conhecer a página: https://www.facebook.com/marjoriemartinspsicologa
As atualizações que fazia aqui no Blog, agora estão nessa página!
Agradeço a compreensão!!
quarta-feira, 27 de maio de 2015
domingo, 15 de março de 2015
Fonoaudióloga ensina travestis e transexuais a modular voz através de poesias
A Fonoaudióloga Denise Mallet, ensina travestis e transexuais a modular a voz. Para não prejudicar as cordas vocais de seus pacientes, a especialista faz uso de uma técnica singela e, segundo ela, muito eficaz. Utilizando poesias, Denise mostra que é possível assumir uma maneira masculina ou feminina de falar, sem precisar afinar ou engrossar a voz.
O tratamento, pioneiro e ainda único no Brasil, é oferecido gratuitamente no Ambulatório para Saúde Integral de Travestis e Transexuais de São Paulo, projeto realizado no Centro de Referência e Treinamento DST/Aids, onde a especialista atua desde 2001.
“Esteticamente é fácil, mas e a voz? É o que denuncia. No caso das travestis, elas usam falsetes, tem uma forma de produzir um som nasal para minimizar o tom grave da voz masculina", explica. Então, é declamando versos, que ela ajuda esse grupo específico a deixar a voz saudável e compatível com o visual já modificado.
É no consultório que Denise apresenta poesias usando diferentes interpretações. A especialista repete trechos de uma mesma poesia, modificando apenas a forma. A metodologia da sessão suaviza a relação entre a especialista e os pacientes. “São pessoas muito nervosas, tensas, machucadas. E a poesia é muito leve. Então, é um momento de paz, serenidade, recebido com prazer.”
O trabalho demanda tempo, e disponibilidade de ambas as partes. A fonoaudióloga revela que é preciso, em média, 40 a 50 dias para que os pacientes fiquem à vontade. “Tenho que resgatar a voz natural. E isso é muito difícil para esse público.”
Para obter êxito, Denise desenvolveu um a técnica de modulação da palavra, ou seja, o que ela oferece é uma espécie de maquiagem na fala. A fonoaudióloga diz que começa a mostrar para o paciente que é possível emitir a poesia de várias formas. Afirma que a voz continua a mesma, mas auditivamente parece outra. “O importante não é falar fino ou grosso, é ter um jeito feminino ou masculino de falar”.
Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/01/com-poesia-fonoaudiologa-ensina-travestis-e-transexuais-modular-voz.html
O tratamento, pioneiro e ainda único no Brasil, é oferecido gratuitamente no Ambulatório para Saúde Integral de Travestis e Transexuais de São Paulo, projeto realizado no Centro de Referência e Treinamento DST/Aids, onde a especialista atua desde 2001.
É no consultório que Denise apresenta poesias usando diferentes interpretações. A especialista repete trechos de uma mesma poesia, modificando apenas a forma. A metodologia da sessão suaviza a relação entre a especialista e os pacientes. “São pessoas muito nervosas, tensas, machucadas. E a poesia é muito leve. Então, é um momento de paz, serenidade, recebido com prazer.”
O trabalho demanda tempo, e disponibilidade de ambas as partes. A fonoaudióloga revela que é preciso, em média, 40 a 50 dias para que os pacientes fiquem à vontade. “Tenho que resgatar a voz natural. E isso é muito difícil para esse público.”
Para obter êxito, Denise desenvolveu um a técnica de modulação da palavra, ou seja, o que ela oferece é uma espécie de maquiagem na fala. A fonoaudióloga diz que começa a mostrar para o paciente que é possível emitir a poesia de várias formas. Afirma que a voz continua a mesma, mas auditivamente parece outra. “O importante não é falar fino ou grosso, é ter um jeito feminino ou masculino de falar”.
Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/01/com-poesia-fonoaudiologa-ensina-travestis-e-transexuais-modular-voz.html
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Entrevista dada para uma jornalista sobre: Como é o Processo Psicológico de acompanhamento à Transexuais
Psicóloga - Dra. Marjorie Martins - SP
Formada pela Universidade Federal de São Carlos/ Universidade Federal de São Paulo, atua no acompanhamento psicológico LGBT, em especial, de pessoas transexuais.
Atende em São Paulo e Indaiatuba.
Atendimento presencial e on-line (www.marjoriemartins.com.br)
Contato: marjorie.martins13@gmail.com
Diversos estudos comprovam que em 20 sessões, já é possível ao psicólogo ter um perfil completo do paciente transexual, que permita a ele subsídios e dados para confirmar que aquele é um(a) paciente adequado(a) para realizar a cirurgia.
O atendimento compreende três etapas:
1ª Anamnese minuciosa de todos os aspectos da vida do paciente. (Identificação/ Queixa Principal/ Histórico de alguma patologia atual/ História Pessoal/ Historia Familiar e Histórico Patológico Pregresso). Nessa etapa, conseguimos identificar todo e qualquer problema patológico e de relacionamento social/familiar que o paciente esteja vivenciando ou tenha vivenciado.
Assim como é possível identificar algum tipo de traço de dissociação de personalidade (como esquizofrenia, por exemplo) que faça o paciente acreditar que pertence ao sexo oposto ao seu, mas que não se enquadra na realidade de disforia de gênero (ou transtorno de identidade de gênero) apresentada pelo transexual.
2ª Aplicação de testes psicológicos específicos. Nessa etapa, conseguimos confirmar se há ou não traços de dissociação de personalidade no paciente.
3ª Psicoterapia. Essa última etapa é que permite ao psicólogo expor a situação real para o paciente. Se ele realmente for adequado para a cirurgia haverá toda uma conversa sobre como é a cirurgia, como é o pós-operatório, como é de suma importância que após a cirurgia o paciente volte a fazer terapia, pelo menos por um mês, para que ele se acostume psicologicamente a toda a mudança, etc.
Já no caso dos pacientes inadequados, é esse o momento no qual o psicólogo explicará ao paciente que ele não se encaixa no perfil para cirurgia, expondo os motivos e a não liberação do laudo.
Todo esse processo deve ter uma duração mínima de 20 sessões, mas obviamente, pode ter o número de sessões necessárias para que o psicólogo possa formular, com confiança e convicção, o laudo de liberação para a cirurgia.
Como o processo psicoterápico é muito complexo, dificilmente um paciente inadequado (ou seja, aquele que pode vir a apresentar arrependimento após a operação) seja liberado para operar. Com isso, a taxa de arrependimento pós-cirurgias de transgenitalização e adequação sexual são muito baixas.
Psicóloga - Dra. Marjorie Martins - SP
Formada pela Universidade Federal de São Carlos/ Universidade Federal de São Paulo, atua no acompanhamento psicológico LGBT, em especial, de pessoas transexuais.
Atende em São Paulo e Indaiatuba.
Atendimento presencial e on-line (www.marjoriemartins.com.br)
Contato: marjorie.martins13@gmail.com
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Qual é a diferença entre Transexuais e Travestis?
De uns tempos pra cá, o
termo GLS, passou a ser uma sigla de reinvindicação – GLBT ou GLTTB ou GLT2. A
novidade em todas elas é o T, que acabou na prática juntando duas coisas
totalmente diferentes e confundindo ainda mais a cabeça das pessoas. Essa
palavra é Transgêneros.
A palavra Transgêneros
surgiu para englobar Transexuais e Travestis. Mas, infelizmente, prestou um
desserviço. Porque muitos que não tem contato com o meio gay (e muitos que
tem!) acabam achando que os dois são a mesma coisa – e não são.
Gênero é o sexo
biológico = Homem e Mulher.
Orientação Sexual tem a
ver com desejo, com atração. São três: Homossexual, Heterossexual e Bissexual.
Papel Sexual tem a ver
com comportamento se a pessoa se comporta de maneira mais masculina ou mais
feminina. O Papel Sexual não tem NADA a ver a com Orientação Sexual – por
exemplo, um homem que se veste de mulher ou uma mulher que dirige um caminhão
não são, necessariamente, homossexuais. Papéis sexuais são grande fonte de
discriminação, uma vez que é exatamente como a sociedade percebe você. E, se
esse papel não está em acordo com o que se espera do seu Gênero, o povo se
escandaliza.
No fim, o mais complicado
é a Identidade Sexual, que é responsável pelos travestis e transexuais, ainda
que de forma diferente.
Identidade Sexual é
COMO VOCÊ SE PERCEBE.
Ou seja, como você se
vê? Sendo Homem ou Mulher? A única diferença entre um menino gay e um hetero é
sua orientação sexual. E o mesmo vale pras meninas hetero e lésbicas e entre
todos estes e os bissexuais. Ou seja, uma menina adolescente típica, ela é
heterossexual, se vê como mulher, sente atração pelo sexo oposto e se veste
como mulher.
No caso das transexuais,
porém, a identidade sexual não está de acordo com o seu sexo biológico.
Independente do gênero (podem nascer homens ou mulheres), papel (tem os mais
masculinos até os bem efeminados) e orientação (existem transexuais hetero e
transexuais homo), o que define o transexual é que seu corpo é de um sexo, mas
seu cérebro é de outro. São mulheres presas num corpo de homem, ou vice versa.
Por isso, é
extremamente comum que transexuais tenham repulsa ao seu corpo. Simplesmente
não é o corpo delas. Elas não se identificam com NADA ali. Tudo o que querem é
mudar tudo, simplesmente TUDO! Nesse caso, se uma pessoa procura ou anseia por
uma operação de mudança de sexo: Trata-se de um transexual.
Já com os travestis, a
coisa é um pouco diferente, pois os travestis não tem uma identidade só,
masculina ou feminina. Eles têm as duas. Eles se sentem homem e mulher, os dois
conceitos se misturando, ora eles se sentem mais femininos, ora mais
masculinos, mas ambos estão sempre presentes e eles não têm o desejo de anular
nenhum dos dois lados. Eles são homem e mulher ao mesmo tempo. O que eles
querem é ter seios e pênis, só assim eles se sentem completos.
Com isso, percebemos o
quanto é complicado definir orientação sexual quando falamos de transgêneros.
Uma transexual que gosta de mulheres, se encaixa onde? Afinal, ela nasceu
homem, mas sua identidade é feminina, então cabe mais dizer que ela é lésbica.
Assim como, as transexuais que gostam de homens, não são homossexuais, são
heterossexuais.
Já em relação a
travestis, essa definição de hetero e homossexual perde totalmente o sentido. O
que podemos dizer é que existem travestis que gostam de homem, travestis que
gostam de mulheres e os que gostam dos dois. Mas eles não se encaixam nessas
definições de orientação sexual existentes.
fonte e-jovem
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Como é a cirurgia de transgenitalização
Antes de mais nada é importante deixar claro, que no Brasil a idade mínima para se realizar esse tipo de cirurgia é de 21 anos. É necessário acompanhamento Psicológico antes e depois da cirurgia, assim como acompanhamento Psiquiátrico.
Agora vamos entender um pouco a técnica mais utilizada nesse tipo de cirurgia?
HOMEM PARA MULHER
Nessa cirurgia o pênis é desmontado e utilizam-se as mesmas partes para construir o canal vaginal, clitóris e lábios vaginais.
1. Intervenção
Com anestesia geral, o paciente recebe uma incisão que contorna todo o saco escrotal e o pênis - cuidando para não atingir o aparelho urinário, que será adaptado para que o paciente possa urinar sentado. No final, o corte vai se transformar em uma vagina com profundidade de 12 a 15 cm.
2. Vazio
Os testículos são retirados, para evitar a produção de hormônios masculinos. O tecido cavernoso do pênis também sai, restando apenas a glande, presa por um fiapo de tecido nervoso, antes responsável pela ereção.
3. Cavidade
A pele do pênis cobre o canal vaginal, dando sensibilidade à região, e a glande vira uma espécie de clitóris. Assim, a nova mulher pode até chegar ao orgasmo. Prepúcio e escroto formam os lábios vaginais. Para que o buraco não feche, é preciso usar com frequência um alargadora - ou praticar muito sexo com penetração. "Vinte minutos diários é o mais aconselhável", diz Preecha Tiewtranon, tailandês considerado o papa da troca de sexo.
MULHER PARA HOMEM
Bem mais raro que o processo anterior, este se baseia no aumento do clitóris por causa de hormônios masculinos.
1. Testosterona
A paciente tem de tomar diariamente 200 mg de testosterona. Os resultados são: fim da menstruação, voz mais grave, mais massa muscular, às vezes calvície, mais pelos e o desenvolvimento do clitóris - que tem a mesma origem embrionária do pênis (só que um cresce e o outro não).
2. Crescimento
Quando o clitóris alcança 6 cm, o órgão é "despregado" do púbis para que possa ter autonomia de movimento. A uretra é aumentada com tecido extraído da antiga vagina. "O paciente sai daqui urinando em pé", diz a responsável pelo ambulatório de transexuais do Hospital das Clínicas de São Paulo, Elaine Costa.
3. Psicologia
Os testículos são formados com o tecido dos grandes lábios vaginais, que passarão a envolver duas próteses esféricas de silicone. Fica bem parecido. Quanto ao neopênis, o resultado é mais psicológico: além de minúsculo, quase não serve para penetração.
Fonte: http://super.abril.com.br/ciencia/como-se-faz-cirurgia-mudanca-sexo-619086.shtml
Agora vamos entender um pouco a técnica mais utilizada nesse tipo de cirurgia?
HOMEM PARA MULHER
Nessa cirurgia o pênis é desmontado e utilizam-se as mesmas partes para construir o canal vaginal, clitóris e lábios vaginais.
1. Intervenção
Com anestesia geral, o paciente recebe uma incisão que contorna todo o saco escrotal e o pênis - cuidando para não atingir o aparelho urinário, que será adaptado para que o paciente possa urinar sentado. No final, o corte vai se transformar em uma vagina com profundidade de 12 a 15 cm.
2. Vazio
Os testículos são retirados, para evitar a produção de hormônios masculinos. O tecido cavernoso do pênis também sai, restando apenas a glande, presa por um fiapo de tecido nervoso, antes responsável pela ereção.
3. Cavidade
A pele do pênis cobre o canal vaginal, dando sensibilidade à região, e a glande vira uma espécie de clitóris. Assim, a nova mulher pode até chegar ao orgasmo. Prepúcio e escroto formam os lábios vaginais. Para que o buraco não feche, é preciso usar com frequência um alargadora - ou praticar muito sexo com penetração. "Vinte minutos diários é o mais aconselhável", diz Preecha Tiewtranon, tailandês considerado o papa da troca de sexo.
MULHER PARA HOMEM
Bem mais raro que o processo anterior, este se baseia no aumento do clitóris por causa de hormônios masculinos.
1. Testosterona
A paciente tem de tomar diariamente 200 mg de testosterona. Os resultados são: fim da menstruação, voz mais grave, mais massa muscular, às vezes calvície, mais pelos e o desenvolvimento do clitóris - que tem a mesma origem embrionária do pênis (só que um cresce e o outro não).
2. Crescimento
Quando o clitóris alcança 6 cm, o órgão é "despregado" do púbis para que possa ter autonomia de movimento. A uretra é aumentada com tecido extraído da antiga vagina. "O paciente sai daqui urinando em pé", diz a responsável pelo ambulatório de transexuais do Hospital das Clínicas de São Paulo, Elaine Costa.
3. Psicologia
Os testículos são formados com o tecido dos grandes lábios vaginais, que passarão a envolver duas próteses esféricas de silicone. Fica bem parecido. Quanto ao neopênis, o resultado é mais psicológico: além de minúsculo, quase não serve para penetração.
Fonte: http://super.abril.com.br/ciencia/como-se-faz-cirurgia-mudanca-sexo-619086.shtml
quinta-feira, 27 de março de 2014
Brasileiro que participou do Big Brother Inglês, se prostitui para pagar a cirurgia de transgenitalização
Rodrigo Lopes, hoje conhecido como Rebeca, participou do BB Inglês em 2009, e comentou essa semana em seu Blog que esta muito feliz com a prótese mamaria que colocou em 2013.

Infelizmente, como e' o caso de inúmeros transexuais em nosso pais, Rebeca contou ao site americano "The Hunffington Post" que optou por se prostituir, para poder arrecadar o dinheiro necessário para fazer a cirurgia de transgenitalização.
Rebeca ao falar de sua situação, explica que sempre que vai procurar um novo emprego, os empregadores ao verem seus documentos (ainda com o nome de Rodrigo), agradecem a presença, dizem que entrarão em contato, mas nunca o fazem. Rebeca tem graduação em produção de TV.

Aos 23 anos, o sonho de Rebeca e' fazer a cirurgia com o dinheiro que esta ganhando com a prostituição, ela também relatou que pretende casar e ter filhos.
Fonte: http://ego.globo.com/famosos/noticia/2014/03/brasileiro-que-participou-do-big-brother-vira-mulher-e-se-prostitui.html
Infelizmente, como e' o caso de inúmeros transexuais em nosso pais, Rebeca contou ao site americano "The Hunffington Post" que optou por se prostituir, para poder arrecadar o dinheiro necessário para fazer a cirurgia de transgenitalização.
Rebeca ao falar de sua situação, explica que sempre que vai procurar um novo emprego, os empregadores ao verem seus documentos (ainda com o nome de Rodrigo), agradecem a presença, dizem que entrarão em contato, mas nunca o fazem. Rebeca tem graduação em produção de TV.
Aos 23 anos, o sonho de Rebeca e' fazer a cirurgia com o dinheiro que esta ganhando com a prostituição, ela também relatou que pretende casar e ter filhos.
Fonte: http://ego.globo.com/famosos/noticia/2014/03/brasileiro-que-participou-do-big-brother-vira-mulher-e-se-prostitui.html
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS SÃO FATAIS PARA TRANSGÊNEROS
Trecho de um texto retirado do blog: blogueirasfeministas.com
Texto de Brynn Tannehill. Tradução de Roberto Maxwell.
Publicado originalmente com o título: ‘The Fatal Transgender Double Standard’ no site Huffington Post em 10/01/2014. A tradução foi publicada em 12/01/2014 no perfil do Facebook de Roberto Maxwell.
—–
Recentemente, a jornalista norte-americana Katie Couric entrevistou a modelo transgênero Carmen Carrera e a estrela do seriado ‘Orange is the New Black’, Laverne Cox. Por alguma razão, Couric decidiu, de repente, questionar Carrera sobre suas “partes íntimas” serem “diferentes agora” e se ela já tinha feito a cirurgia. Carmen silenciou Couric imediatamente e a lembrou que essa é uma questão privada e muito pessoal. No bloco seguinte, com Laverne, Couric foi direta e perguntou a ela sobre a questão da genitália.
A resposta de Laverne foi impecável.
“A preocupação com a transição, com a cirurgia objetifica as pessoas trans e, assim, nós não chegamos a lidar de verdade com as experiências de vida reais. A realidade das vidas das pessoas trans é que nós somos, com frequência, alvos de violência. Nós sentimos a discriminação de forma desproporcional em comparação ao restante da comunidade [LGBT]… Dando destaque aos nossos corpos, nós não nos concentramos na realidade vivida dessa opressão e dessa discriminação.”
Atriz Laverne Cox que faz o papel de Sophia Burset no seriado ‘Orange Is The New Black’. Foto: divulgação.
Outros comentaristas ressaltaram que os corpos das pessoas transgênero são, de algum modo, domínio público. Embora Laverne tenha feito alusão a isso, acredita-se que não somente nossos corpos são de domínio público como o são, também, as nossas histórias. Os resultados deste pensamento irreal são terríveis.
Na Austrália, a polícia prendeu um homem. Durante o tempo de prisão, um policial informou a ele (ilegalmente) que sua namorada era uma transexual operada. Depois de solto, o homem voltou para casa e encontrou a namorada dormindo. Ele a acordou com golpes violentos usando um cinzeiro de vidro, até que este arrancou os lábios dela. Depois que ela perdeu a consciência, ele a jogou varanda abaixo, de uma altura de dois andares.
O policial que vazou a informação foi punido com serviços comunitários.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Delegado de Goiânia muda de sexo e deve assumir a Delegacia da Mulher
Na região de Goiânia, Thiago de Castro Teixeira, atual ex-delegado de Trindade, foi submetido a cirurgia para mudança de sexo, e alterou seu registro civil para Laura (com autorização da Justiça).
A instituição não fará depoimento algum sobre o assunto, pois se trata de uma questão pessoal da atual delegada Laura, e tal questão não interfere em nada na administração da delegacia. Atualmente a delegada está de licença para recuperação da cirurgia e ao retornar será realocada em outra delegacia, existindo a possibilidade dela assumir a Delegacia da Mulher de Goiânia. Mas tal informação ainda não foi confirmada pela direção da Policia Civil.
Assim como em todos os casos de mudança de sexo, a delegada mesmo tendo mudado todos seus documentos continuará podendo atuar normalmente em seu cargo na policia.
A advogada Cíntia Barcelos, presidente da Comissão de Direito Homoafetivo da OAB-GO, afirma que o comportamento da sociedade em relação aos transexuais deve mudar, acredita que o caso da delegada possa servir como exemplo para outros transexuais que tenham vontade de passar por toda a mudança e muitas vezes o deixam de fazer por convenção social.
Texto original: http://cbn.globoradio.globo.com/editorias/pais/2014/01/23/DELEGADO-DE-GOIANIA-MUDA-DE-SEXO-E-DEVE-ASSUMIR-A-DELEGACIA-DA-MULHER.htm
Por Rafael Mesquita - CBN Goiânia
A instituição não fará depoimento algum sobre o assunto, pois se trata de uma questão pessoal da atual delegada Laura, e tal questão não interfere em nada na administração da delegacia. Atualmente a delegada está de licença para recuperação da cirurgia e ao retornar será realocada em outra delegacia, existindo a possibilidade dela assumir a Delegacia da Mulher de Goiânia. Mas tal informação ainda não foi confirmada pela direção da Policia Civil.
Assim como em todos os casos de mudança de sexo, a delegada mesmo tendo mudado todos seus documentos continuará podendo atuar normalmente em seu cargo na policia.
A advogada Cíntia Barcelos, presidente da Comissão de Direito Homoafetivo da OAB-GO, afirma que o comportamento da sociedade em relação aos transexuais deve mudar, acredita que o caso da delegada possa servir como exemplo para outros transexuais que tenham vontade de passar por toda a mudança e muitas vezes o deixam de fazer por convenção social.Texto original: http://cbn.globoradio.globo.com/editorias/pais/2014/01/23/DELEGADO-DE-GOIANIA-MUDA-DE-SEXO-E-DEVE-ASSUMIR-A-DELEGACIA-DA-MULHER.htm
Por Rafael Mesquita - CBN Goiânia
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Argentina - primeiro homem transexual a dar à luz
Alexis Taborda nasceu mulher e decidiu assumir a identidade masculina já na idade adulta. Sua esposa Karen, nasceu homem e assumiu identidade de mulher. O Casal transexual oficializou a união quando Alexis já estava gravido de 36 semanas.
É importante ressaltar que mesmo com as mudanças de gênero, ambos mantiveram seus aparelhos reprodutores originais e foi isso que permitiu que Alexis gerasse um bebê em seu útero, dando origem a Gênesis Evangelina.
Gênesis nasceu dia 18/12 na Argentina, o parto foi cesariana, pesando 4 quilos e totalmente saudável.
Alexis foi o primeiro homem transexual a engravidar e dar a luz na Argentina. Na época de seu casamento admitiu se sentir estranho com a gravidez, dizendo sentir que havia algo de estranho dentro de seu corpo.
Já Karen destacou que estava totalmente realizada, pois "é o sonho de toda mulher transexual casar de branco e ter uma festa celebrada com amor."
A Argentina foi o primeiro país da América Latina a criar, em 2010, uma legislação que autoriza o casamento entre pessoas do mesmo sexo. E em 2012 aprovaram a lei que permite que transexuais e travestis pudessem ter um documento de identidade com o sexo escolhido, essa lei foi nomeada como Lei de Identidade de Gênero.
Fonte:
http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2013/12/19/transexual-homem-da-a-luz-a-uma-menina-na-argentina.htm
segunda-feira, 18 de março de 2013
Governo do Irã incentiva e subsidia cirurgias de mudança de sexo
![]() |
| Foto: Maryam Rahmanian |
SAMY ADGHIRNI
DE TEERÃ
DE TEERÃ
Quando
criança, Sara preferia jogar futebol com os meninos a brincar de boneca.
Mocinha, ela passou a sofrer todo dia por ter que usar véu e roupas femininas.
Hoje com 17
anos, Sara diz ter certeza de que nasceu com o sexo errado. Se conseguir
convencer as autoridades, ela ganhará permissão e subsídio para ser operada e
adotar uma nova identidade, com nome masculino.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Crianças transexuais
Estes são exemplos que valem a pena ser vistos para entender um pouco como é a dinâmica do transexualismo e como a vida de algumas pessoas poderia ser diferente se houvesse uma cultura no Brasil onde tal transtorno pudesse ser considerado um problema de saúde, sem ser rodeado de tantos pré-julgamentos morais.
Parte 1
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Consultas em São Paulo com o Dr. Marcio Littleton (cirurgião plástico)
Consultas em São Paulo com o Dr. Marcio Littleton (cirurgião plástico)
Próxima consulta dia 11 de Setembro de 2012
Das 14 às 21h.
Marcação pelo telefone 11 3297-7100
As consultas serão realizadas em parceria com o Núcleo de Psicologia que fica no seguinte endereço:
Rua Manuel de Paiva, 218, Vila Mariana, São Paulo.
http://www.nucleopsicologia.org/
www.marciolittleton.com/
Próxima consulta dia 11 de Setembro de 2012
Das 14 às 21h.
Marcação pelo telefone 11 3297-7100
As consultas serão realizadas em parceria com o Núcleo de Psicologia que fica no seguinte endereço:
Rua Manuel de Paiva, 218, Vila Mariana, São Paulo.
http://www.nucleopsicologia.org/
www.marciolittleton.com/
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Consultas em São Paulo com o Dr. Marcio Littleton (cirurgião plástico)
Próxima consulta dia 06 de Agosto de2012
Das 14 às 22h.
Marcação pelo telefone 11 3297-7100
Marcação pelo telefone 11 3297-7100
As consultas serão realizadas
em parceria com o Núcleo de Psicologia que fica no seguinte endereço:
Rua Manuel de Paiva, 218, Vila Mariana, São Paulo.
http://
www.marciolittleton.com/
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Discussões sobre a experiência clínica
Outro texto retirado da monografia: PREVENÇÃO AO USO INADEQUADO DE HORMÔNIOS EM TRANSEXUAIS E TRAVESTIS - 2007
Monografia apresentada à Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medicina para obtenção do título de Especialista em Promoção de Saúde e Prevenção do Consumo de Substâncias Psicoativas
Por Pedro Henrique Gatti Lima
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Terapia Hormonal
Texto retirado da monografia: PREVENÇÃO
AO USO INADEQUADO DE HORMÔNIOS EM TRANSEXUAIS E TRAVESTIS - 2007
Monografia apresentada à
Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medicina para obtenção
do título de Especialista em Promoção de Saúde e Prevenção do Consumo de
Substâncias Psicoativas
Por Pedro Henrique Gatti Lima
terça-feira, 19 de junho de 2012
Definição sobre hormônios
Hormônio é uma palavra que vem do grego, e que significa excitar, estimular. Os hormônios saem de uma glândula secretora (endócrina) e vão excitar as células-alvo, onde encontram receptores que lhes permitam realizar seus trabalhos. Assim sendo, os hormônios são substâncias que dentro do organismo, representam o papel de sistema de comunicação entre as células. Cabe ainda observar que eles podem ter ação em um órgão distante da célula de origem, em células próximas ou na própria célula, após a substâncias ter passado pela cir-culação. A fabricação e a liberação de hormônios é controlada pelo produto final da célula ou estimulada ou inibida.(Vieira, 1996)
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Aspectos histórico-culturais
Existem relatos de casos de castração, eunucoidismo e
transexualidade desde a mitologia greco-romana, visto o caso do adivinho
Tirésias que ao ver duas cobras copulando no cume de uma montanha as separa e
mata a fêmea, assim sendo, ele é punido pelos Deuses, sendo transformado em uma
mulher. Sete anos depois, já adaptado a essa condição, ele novamente sobe o
monte e encontra duas cobras copulando, dessa vez ele as separa e mata o macho,
e com isso consegue reaver sua forma masculina.
sexta-feira, 15 de junho de 2012
O que é transexualismo?
De acordo com a Classificação Internacional de Doenças (CID-10), elencado dentro dos transtornos da
identidade sexual, aparece o (F64.0) Transexualismo:
“Trata-se de um desejo de viver e ser aceito enquanto pessoa do sexo
oposto. Este desejo se acompanha em geral de um sentimento de mal estar ou de
inadaptação por referência a seu próprio sexo anatômico e do desejo de
submeter-se a uma intervenção cirúrgica ou a um tratamento hormonal a fim de
tornar seu corpo tão conforme quanto possível ao sexo desejado”.
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